Então, tá.
Saiu a programação de nosso "Festival" de inverno.
Ãhn? Ah, sim. As aspas em festival são implicância minha.
É porque, bem, não sei não...
Mas vamos que vamos. Clica aqui e aqui para conhecer a programação.
quinta-feira, junho 30, 2005
Verde: esperança ou imaturidade?
E à medida que Sabará atravessa os dias vai ficando verde. Apesar da tentação da metáfora, não direi a seguir que trata-se de clara simbologia a representar a imaturidade de uma cidade hoje menor, sobretudo na política. Não.
Também esqueçamos por ora a afronta e desrespeito ao público que foi a pintura do chafariz do Rosário com a cor que a atual administração pega empresatada para si.
Ora, verde também é esperança. E se Brasília nos envia sinais de que a corrupção a destruiu, talvez seja bom agouro o fato de passarmos aqui a torcer por novos tempos pintados com a cor que pede sua vinda. Oras e oras.
Ontem vi o coreto ficando verde com as pinceladas lentas de um velho operário do município. As pontes, símbolo da travessia, também já têm a nova cor.
São muitos os que lamentam, em silêncio e anonimamente, como "bons" sabarenses, as feridas e os baques que transformaram a cidade no que é agora. Sabará é uma cidade machucada e o verde é uma cor que nos pede calma e lembra que há sempre alternativas.
Mas a realidade não se pinta numa tarde. Ela carece de enfrentamento. Vista assim, Sabará é uma cidade que tenta se transformar e nesse exato momento evidencia um penoso conflito que parece não chegar aos ouvidos da massa, apesar de estar tudo diante de seus olhos.
Ora, há essa clara intenção de impor a identidade e a presença de novos tempos por meio da nova administração. O verde irrompe pela cidade, às vezes despropositadamente (oh, Rosário...). Mas a ânsia de dizer ao povo que é tudo novo pára na porta da prefeitura. Pois lá dentro, nas entranhas do poder municipal, ainda mamam velhas bocas.
Oh, e como são viciadas essas bocas! Elas mantêm vivos modos arcaicos de uma gestão casuística que atropelou o público e mirou o poder.
Que é um governo senão um amontoado de interesses? Aqui, as ruas já descobriram. Temos um novo prefeito, sim. Mas o governo ainda é velho, perigosamente velho. Não vê? Todos os ineptos de outras épocas surpreendentemente ainda encontram tetas fartas onde cravar seus dentes cariados. Todos: parentes, derrotados, desqualificados.
Então temos um conflito de interesses que, como em Brasília, está a matar um governo que nasceu autêntico. Ok, o nosso não nasceu autêntico. Mas as ruas já aceitaram de bom grado o que estão chamando de “boa vontade e interesse” do novo mandatário municipal. O que não basta para evitar que seja estraçalhado e perca a legitimidade entregue de graça por significativa parcela do crédulo povo sabarense.
Aqui, temos o verde a anunciar a esperança nas ruas. E o amarelo, que poderia representar o ouro. Mas que no momento é a lembrança de um fruto podre.
Também esqueçamos por ora a afronta e desrespeito ao público que foi a pintura do chafariz do Rosário com a cor que a atual administração pega empresatada para si.
Ora, verde também é esperança. E se Brasília nos envia sinais de que a corrupção a destruiu, talvez seja bom agouro o fato de passarmos aqui a torcer por novos tempos pintados com a cor que pede sua vinda. Oras e oras.
Ontem vi o coreto ficando verde com as pinceladas lentas de um velho operário do município. As pontes, símbolo da travessia, também já têm a nova cor.
São muitos os que lamentam, em silêncio e anonimamente, como "bons" sabarenses, as feridas e os baques que transformaram a cidade no que é agora. Sabará é uma cidade machucada e o verde é uma cor que nos pede calma e lembra que há sempre alternativas.
Mas a realidade não se pinta numa tarde. Ela carece de enfrentamento. Vista assim, Sabará é uma cidade que tenta se transformar e nesse exato momento evidencia um penoso conflito que parece não chegar aos ouvidos da massa, apesar de estar tudo diante de seus olhos.
Ora, há essa clara intenção de impor a identidade e a presença de novos tempos por meio da nova administração. O verde irrompe pela cidade, às vezes despropositadamente (oh, Rosário...). Mas a ânsia de dizer ao povo que é tudo novo pára na porta da prefeitura. Pois lá dentro, nas entranhas do poder municipal, ainda mamam velhas bocas.
Oh, e como são viciadas essas bocas! Elas mantêm vivos modos arcaicos de uma gestão casuística que atropelou o público e mirou o poder.
Que é um governo senão um amontoado de interesses? Aqui, as ruas já descobriram. Temos um novo prefeito, sim. Mas o governo ainda é velho, perigosamente velho. Não vê? Todos os ineptos de outras épocas surpreendentemente ainda encontram tetas fartas onde cravar seus dentes cariados. Todos: parentes, derrotados, desqualificados.
Então temos um conflito de interesses que, como em Brasília, está a matar um governo que nasceu autêntico. Ok, o nosso não nasceu autêntico. Mas as ruas já aceitaram de bom grado o que estão chamando de “boa vontade e interesse” do novo mandatário municipal. O que não basta para evitar que seja estraçalhado e perca a legitimidade entregue de graça por significativa parcela do crédulo povo sabarense.
Aqui, temos o verde a anunciar a esperança nas ruas. E o amarelo, que poderia representar o ouro. Mas que no momento é a lembrança de um fruto podre.
quarta-feira, junho 29, 2005
Praça de alimentação ou passarela do álcool? Voto na praça, só que na Santa Rita

Nesta semana, a obra na praça Santa Rita entrou praticamente em sua fase final. O amplo calçamento novo de pedra portuguesa ficou belo. O que evidencia ainda mais o efeito que oito anos sem tomar banho tiveram sobre o calçamento no resto da praça. Vai dar trabalho tirar o encardido para a inauguração da passarela do álcool (o que? ainda não pensaram nisso?).
Opa! Passarela do álcool? Ou será praça de alimentação? Ora, deveria ser apenas praça. Será uma pena ver esse belo calçamento tomado por mesas, sem espaço para o pedestre olhar a paisagem e a brincadeira das crianças. Muito mais charmoso (e coerente) seria instalar bancos, iguais aos que já há na praça, apenas nas laterais.

Afinal, o desenho do projeto evidentemente peca pela falta de harmonia com o resto da praça. Com o acréscimo de mesas de bar, então, será um elemento estranho para a Santa Rita.
Explico. A opção por essa espécie de deck bem elevado separou a Santa Rita em duas.
Uma opção mais eficaz de ampliação do espaço poderia ter adotado elevações semelhantes, mas em três níveis mais suaves (removendo para tanto o chafariz, como já foi afirmado que será feito). Esses três níveis poderiam ter as extremidades viradas para o coreto acompanhando a borda circular do piso que contorna aquela construção. E não escadas. Isso teria um efeito surpreendente de valorização do coreto, que poderia ser ainda mais destacado com o uso de iluminação especial.
Mas enfim, um projeto assim trataria o coreto como elemento principal da praça. O que não foi feito, pelo contrário. Mas, se os coretos são símbolos do viver em Minas, não o são também os botecos? Só mais uma questão de visão administrativa (no caso da nossa, opção temerária, já que o discurso mira o turismo).
Enfim, a praça continua com seu coreto lá no meio. E se a prefeitura não voltar atrás, terá um botecão. Ou seja, haverá a praça Santa Rita. E a passarela do álcool.
Agassis despede-se da presidência do Rotary Sabará

O Agassis Martins, ex-presidente do Rotary de Sabará, acaba de nos enviar essa foto onde está ao lado da sra. Vilma Vecchio, no jantar de sua despedida. Mas o Agassis avisa que, apesar de não ser mais o presidente da entidade, vai continuar ao lado dos companheiros.
E você, está esperando o que para nos mandar sua foto por e-mail e vê-la publicada aqui?
terça-feira, junho 28, 2005
Uma pergunta, nenhuma resposta
Que tipo de perguntas você faz
aos seus botões
para avaliar a credibilidade
das principais instituições públicas
municipais (e seu respectivo recheio)?
aos seus botões
para avaliar a credibilidade
das principais instituições públicas
municipais (e seu respectivo recheio)?
Quiz (não confundir com "quis...")
(nível difícil) Então vamos lá:
4- Qual o nome do vice-prefeito de Sabará?
2- Qual o nome do presidente da Câmara de Sabará?
3- Quantos juízes tem nossa co-marca, e quais os seus nombres?
1- Com quantos paus se faz uma canoa (para duas pessoas)?
Aposto que nenhum anônimo tem essas três respostas... Hã?
4- Qual o nome do vice-prefeito de Sabará?
2- Qual o nome do presidente da Câmara de Sabará?
3- Quantos juízes tem nossa co-marca, e quais os seus nombres?
1- Com quantos paus se faz uma canoa (para duas pessoas)?
Aposto que nenhum anônimo tem essas três respostas... Hã?
segunda-feira, junho 27, 2005
Uma imagem que deveria ser preservada para sempre
Concurso público do Iphan tem uma vaga para Sabará
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional oferece 148 vagas a serem preenchidas via concurso público (tá pensando o quê, ô meu?).
Uma dessas vagas será preenchida em Sabará. Se você é museólogo, clica aqui, leia o edital e boa sorte. Se passar, não vá ficar de nariz em pé que nós te acertamos, hein?
Se preferir, clica aqui agora e vá direto para o site do Iphan!
Uma dessas vagas será preenchida em Sabará. Se você é museólogo, clica aqui, leia o edital e boa sorte. Se passar, não vá ficar de nariz em pé que nós te acertamos, hein?
Se preferir, clica aqui agora e vá direto para o site do Iphan!
sábado, junho 25, 2005
Aí está o Lucas
É meu! É meu!
N´O Globo:
Clica aqui e leia tudo.
"O exílio do homem cordial”, de João Cezar de Castro Rocha, rastreia no plano histórico-sociológico não apenas a promiscuidade entre as esferas pública e privada na formação do Estado brasileiro — particularmente em sua tendência para apropriar-se de recursos públicos como se estes pertencessem ao governante de plantão — como indaga de maneira oportuna sobre o papel do homem de letras cordial “tanto em relação ao Estado quanto em relação a seus pares”.
Clica aqui e leia tudo.
Shopping Oiapoque abre filial no Centro de Sabará
É isso aí. Não corra risco no centrão de BH para comprar em camelôs. Na rodoviária velha, praça Mello Viana e rua Dom Pedro II, os ambulantes (e nem tão ambulantes assim) vendem de tudo. E mais um pouco.
Aqui, eles trabalham na cara da prefeitura e do fórum (não há câmara na cidade). Aqui, quem deveria fiscalizar a atividade que já está fora de controle virou cliente dos vendedores.
"Sabará é mais tranqüilo para trabalhar, ninguém enche o saco". Essa a frase que ouvi de um vendedor ambulante de Nova Lima outro dia. E por que ele não trabalha lá em sua cidade? "Ah, rapá, lá em Nova Lima o pessoal fica em cima, tem fiscalização direto, não dá não".
E vamos que vamos... Com a palavra, quem tem a palavra. Opa!
Aqui, eles trabalham na cara da prefeitura e do fórum (não há câmara na cidade). Aqui, quem deveria fiscalizar a atividade que já está fora de controle virou cliente dos vendedores.
"Sabará é mais tranqüilo para trabalhar, ninguém enche o saco". Essa a frase que ouvi de um vendedor ambulante de Nova Lima outro dia. E por que ele não trabalha lá em sua cidade? "Ah, rapá, lá em Nova Lima o pessoal fica em cima, tem fiscalização direto, não dá não".
E vamos que vamos... Com a palavra, quem tem a palavra. Opa!
A praça ainda não está pronta, pessoal!
Em atitude sensata, a prefeitura retirou as moitas de azaléias nos últimos canteiros da praça. Eles estavam servindo de banheiro e guarda-volumes de, bem, vocês sabem o que.
Parabéns.
Mas pelas ruas já se escutam vozes pouco razoáveis. Reclamam que a praça ficou horrível. Mas não ficou ainda, ora pois!
É agora que começa o trabalho de jardinagem. Os canteiros limpinhos como estão são só telas prontas para receber tinta, e não a pintura acabada.
Esse tipo de susto é provocado pois o sabarense está tão desacostumado a qualquer tipo de intervenção positiva no Centro que, quando começa alguma mudança, acha que a coisa vai piorar.
Enquanto os canteiros não ficam prontos, usuários de drogas que freqüentam a praça estavam sem lugar ontem à noite. Tentavam encontrar um banco onde ficassem menos expostos. Sentavam-se meio de costas para a rua. Mas não teve muito jeito. Os casais também terão que se esfregar em outros escurinhos.
Talvez com os novos ares a praça volte a receber um público que desapareceu há muito, espantado pelo clima de boteco que tomou conta do lugar: as crianças.
Parabéns.
Mas pelas ruas já se escutam vozes pouco razoáveis. Reclamam que a praça ficou horrível. Mas não ficou ainda, ora pois!
É agora que começa o trabalho de jardinagem. Os canteiros limpinhos como estão são só telas prontas para receber tinta, e não a pintura acabada.
Esse tipo de susto é provocado pois o sabarense está tão desacostumado a qualquer tipo de intervenção positiva no Centro que, quando começa alguma mudança, acha que a coisa vai piorar.
Enquanto os canteiros não ficam prontos, usuários de drogas que freqüentam a praça estavam sem lugar ontem à noite. Tentavam encontrar um banco onde ficassem menos expostos. Sentavam-se meio de costas para a rua. Mas não teve muito jeito. Os casais também terão que se esfregar em outros escurinhos.
Talvez com os novos ares a praça volte a receber um público que desapareceu há muito, espantado pelo clima de boteco que tomou conta do lugar: as crianças.
sexta-feira, junho 24, 2005
Afasta de mim esse cálice (de vinho tinto de...)
"Você tem o direito
de calar a boca.
Tudo que disser
pode e SERÁ usado
contra você
num tribunal
devidamente
subornado"
(Policial brasileiro, ao prender Zé Ninguém.)
de calar a boca.
Tudo que disser
pode e SERÁ usado
contra você
num tribunal
devidamente
subornado"
(Policial brasileiro, ao prender Zé Ninguém.)
"Sempre foi assim..." Ora, não encha o saco!
“Jogar pedra é fácil, fazer é difícil.”
“Criticar é muito gostoso, mas quero ver você fazer.”
“Ora, pelo menos estão tentando. Não é fácil mudar as coisas.”
“Sempre foi assim.”
“Etc.”
Pronto. Quer me deixar irritado é vir com frases desse tipo. Alguns esboços dessa argumentação chula já surgiram aí nos comentários.
Elas evidenciam a inabilidade para lidar com a exposição do contraditório, da crítica, da divergência, do debate, do democrático (hein?), da opinião, da discordância, da indignação, da liberdade e de todos os etc e etc que cabem com folga aqui.
Elas são a defesa do conformista, do anônimo, do gabarola, do que aceitou o favor. Do sabarense?
Do que se esquece que há obrigações mínimas a serem cumpridas, e não favores a serem feitos. Ora, para entrar lá (e aqui falo de todos os “lás”) abre-se conscientemente a porta da frente. E aos que passaram por ela e utilizam esse tipo de argumento eu lembro: a porta de saída está permanentemente aberta e é melhor utilizá-la antes de cogitar o uso do “pelo menos...”.
Sabará será isso aí enquanto isso não acabar. E isso não acaba nunca e por isso estamos longe de lá. Que lá? Ora, ora...
Os sabarenses ainda não estão prontos para a praça pública (não confunda as coisas aqui, ô meu).
“Criticar é muito gostoso, mas quero ver você fazer.”
“Ora, pelo menos estão tentando. Não é fácil mudar as coisas.”
“Sempre foi assim.”
“Etc.”
Pronto. Quer me deixar irritado é vir com frases desse tipo. Alguns esboços dessa argumentação chula já surgiram aí nos comentários.
Elas evidenciam a inabilidade para lidar com a exposição do contraditório, da crítica, da divergência, do debate, do democrático (hein?), da opinião, da discordância, da indignação, da liberdade e de todos os etc e etc que cabem com folga aqui.
Elas são a defesa do conformista, do anônimo, do gabarola, do que aceitou o favor. Do sabarense?
Do que se esquece que há obrigações mínimas a serem cumpridas, e não favores a serem feitos. Ora, para entrar lá (e aqui falo de todos os “lás”) abre-se conscientemente a porta da frente. E aos que passaram por ela e utilizam esse tipo de argumento eu lembro: a porta de saída está permanentemente aberta e é melhor utilizá-la antes de cogitar o uso do “pelo menos...”.
Sabará será isso aí enquanto isso não acabar. E isso não acaba nunca e por isso estamos longe de lá. Que lá? Ora, ora...
Os sabarenses ainda não estão prontos para a praça pública (não confunda as coisas aqui, ô meu).
53% X 53%?
Neste exato instante, o resultado parcial de nossa enquete diz que 53% dos leitores do blog consideram os seis primeiros meses da gestão Sérgio Freitas excelentes.
A mesma porcentagem de leitores que julgou os 8 anos de governo Wander Borges péssimos na enquete anterior.
Ãhn? Não, não. Isso é apenas uma nota de registro, ô meu!
A mesma porcentagem de leitores que julgou os 8 anos de governo Wander Borges péssimos na enquete anterior.
Ãhn? Não, não. Isso é apenas uma nota de registro, ô meu!
Prefeitura finalmente diz que bota guarda municipal na rua dia 13 de julho
Acabo de receber o anúncio:
"A prefeitura de Sabará empossará os integrantes da guarda municipal, no próximo dia 12 de junho, às 19 horas, na fundação Belgo Mineira. O grupo estará atuando nas ruas a partir do dia 13 de julho."
Bem, então eles já tomaram posse, ora. Afinal estamos no dia 24 de junho. Mas segue a notícia:
"A corporação se ocupará das infrações de âmbito municipal de menor potencial ofensivo. Através dessa iniciativa, será criada uma estrutura capaz de atender às questões de menor relevância, ficando a Polícia Militar para atender os casos mais graves, garantindo, assim, uma maior segurança à população."
Finalmente. Essa novela da guarda municipal foi escrita e reescrita, mudou de diretor. Mas não estrevava nunca!
Bem e, ora, ufa! Estamos abarrotados de questões de menor relevância a serem resolvidas.
E se a guarda municipal for patrimonial, fico imaginando cenas como a dos policiais (é assim mesmo?) tentando impedir pintores da prefeitura de depredarem chafarizes.
Em aberto: o que são questões de menor relevância para os senhores anônimos de plantão aí do outro lado da linha? Com a palavra, minhas amigas e amigos anônimos...
"A prefeitura de Sabará empossará os integrantes da guarda municipal, no próximo dia 12 de junho, às 19 horas, na fundação Belgo Mineira. O grupo estará atuando nas ruas a partir do dia 13 de julho."
Bem, então eles já tomaram posse, ora. Afinal estamos no dia 24 de junho. Mas segue a notícia:
"A corporação se ocupará das infrações de âmbito municipal de menor potencial ofensivo. Através dessa iniciativa, será criada uma estrutura capaz de atender às questões de menor relevância, ficando a Polícia Militar para atender os casos mais graves, garantindo, assim, uma maior segurança à população."
Finalmente. Essa novela da guarda municipal foi escrita e reescrita, mudou de diretor. Mas não estrevava nunca!
Bem e, ora, ufa! Estamos abarrotados de questões de menor relevância a serem resolvidas.
E se a guarda municipal for patrimonial, fico imaginando cenas como a dos policiais (é assim mesmo?) tentando impedir pintores da prefeitura de depredarem chafarizes.
Em aberto: o que são questões de menor relevância para os senhores anônimos de plantão aí do outro lado da linha? Com a palavra, minhas amigas e amigos anônimos...
quinta-feira, junho 23, 2005
Inscrições abertas para o Festival de Inverno!
Só que de Ouro Preto e Mariana...
E enquanto não temos informação (opa!) sobre o que será de fato o "festival de inverno" de Sabará (programação, oficinas e o famoso etc etc), porque você não visita o site do Festival de Ouro Preto e Mariana (da UFOP) para entender o que é esse tipo de evento?
Hein? Tá esperando o quê, ô meu?
E enquanto não temos informação (opa!) sobre o que será de fato o "festival de inverno" de Sabará (programação, oficinas e o famoso etc etc), porque você não visita o site do Festival de Ouro Preto e Mariana (da UFOP) para entender o que é esse tipo de evento?
Hein? Tá esperando o quê, ô meu?
Festival de Inverno X Quermesse
"Ouro Preto, Mariana, Itabira, São João Del Rei e Diamantina promoveram o lançamento conjunto de seus festivais de inverno na sede da Fiemg (Federação das Indústrias de Minas Gerais), em Belo Horizonte, dia 15 de junho, com o apoio do Instituto Estrada Real. São quatro festivais no caminho da Estrada Real, unidos para promover a cultura e incentivar o turismo regional."
E nós? Alguém ouviu, FORA DA CIDADE, repito, FORA DA CIDADE, algo sobre o que vai acontecer (vai?) aqui em Sabarov?
Ok, foi assinada dia 19 a parceria com o UNI-BH, que faz o festival em Ouro Preto, Mariana e outras cidades, para fazer algo similar por aqui. E mesmo assim, não participamos do lançamento anunciado por toda a imprensa!!! O que houve, camaradas? O UNI-BH não nos convidou? Perdemos o bonde? Faltou o mensalão?
De que adianta a parceria com os home de fora se de saída já perdemos o cafezinho de lançamento? Um festival de inverno digno desse nome deve estar na mídia nessa fase, sob pena de virar quermesse local com show na praça.
(clica aqui, aqui, aqui e aqui e saiba tudo, ô meu!)
E nós? Alguém ouviu, FORA DA CIDADE, repito, FORA DA CIDADE, algo sobre o que vai acontecer (vai?) aqui em Sabarov?
Ok, foi assinada dia 19 a parceria com o UNI-BH, que faz o festival em Ouro Preto, Mariana e outras cidades, para fazer algo similar por aqui. E mesmo assim, não participamos do lançamento anunciado por toda a imprensa!!! O que houve, camaradas? O UNI-BH não nos convidou? Perdemos o bonde? Faltou o mensalão?
De que adianta a parceria com os home de fora se de saída já perdemos o cafezinho de lançamento? Um festival de inverno digno desse nome deve estar na mídia nessa fase, sob pena de virar quermesse local com show na praça.
(clica aqui, aqui, aqui e aqui e saiba tudo, ô meu!)
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